O Bejense, 22 de Abril 1928.
domingo, 19 de fevereiro de 2012
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Cine Teatro Pax Julia (III) - Anos 50/2012 - fachada Norte
Fachada Norte do Edifício do Teatro Municipal Pax Julia, Beja, Rua Conde da Boavista, anos 50 do século XX.
Fachada Norte do Edifício do Teatro Municipal Pax Julia, Beja, Rua Conde da Boavista, Janeiro 2012.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Beja Porta de Aviz (III) - 2006 - Ermida N. Sra da Guia
Aguarela de Leonel Borrela, 2006.
Ver mais:
- Porta de Aviz (II) - século XIX - Ermida de N. Sra. da Guia (Setembro 2011)
- Porta de Aviz (I) - 1939/2011 - Arco Romano (Setembro 2011)
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Edifício adjacente à Igreja de Sta Maria em obras - Fevereiro 2012 - Painel de azulejos da Capela de N.Sra. do Rosário (II)
(Clicar na imagem para ver mais ampliado)
Ao fim de cerca de seis meses, as obras do edifício anexo à Igreja de Sta Maria continuam. Este edifício conhecido por 'edifício da Caixa Geral de Depósitos', da autoria do Arquitecto Pardal Monteiro, foi (re)construído no local da antiga Capela de Nossa Senhora do Rosário. Da capela original restam alguns azulejos. Antes das obras existiam dois grandes painéis de azulejos, um de cada lado de quem entrava. Em Agosto do ano passado, verificou-se que já só existia um deles (o da direita) e que o outro tinha sido removido, encontrando-se a parede picada no local.
Esta semana, numa breve espreitadela ao local verificamos que não só o painel 'desaparecido' não foi recolocado, como a parede já foi alisada...
Onde pára este pedaço de património da cidade de Beja? Vendido a metro ou à espera de ser recolocado...?
Fevereiro 2012. Sala da entrada do edifício anexo à Igreja de Sta. Maria de Beja.
Beja dentro de muralhas - Capela de N. Sra. do Rosário contígua à Igreja de Sta. Maria (II)
"Antiga vista da Igreja de Santa Maria da Feira, anterior à construção de um edifício para a Caixa Geral de Depósitos. Por efeito desta infeliz edificação desapareceram o 'passo' e a Capela de Nossa Senhora do Rosário, ficando a face principal da torre oculta até cêrca de um terço da altura.
O que mostra o aspecto de uma torre de base rectangular bastante alongada é o conjunto de duas torres de base quadrada, uma adossada à outra. A da frente pertence ao município; a outra, mais antiga, de aparelho heterogéneo (silhares, alvenaria e tijolo - um daqueles com lavores visigóticos) e menos segura, é a do templo. Entre elas e a Igreja havia uma diminuta travessa, mais tarde convertida em celeiro camarário, depois em quintal e ainda depois na Igreja do Rosário, da qual o presente mau edifício da C. G. de Depósitos mantém no interior os primitivos azulejos policromos.
Em Março de 1922 correu o boato de que ia ser demolida a torre de Santa Maria, por ter sido cedida à C. G. de Depósitos a capela do Rosário com a sacristia e mais dependências - a tôrre, o 'passo', etc., mas a Câmara provou que a torre era propriedade sua no 'Tombo' dos Bens do Município, acha-se o seguinte registo: 'Torre dos sinos - Há uma torre quadrada, toda de pedraria com seu sino do Relógio que está dentro da mesma torre, no alto dele estão as armas da cidade que é a cabeça de um touro, e por cima dela estão as armas reais, tem esta torre sua serventia por uma porta que está no Terreiro de Santa Maria da parte do poente e por uma escada que está lançada no vão de outra torre mais pequena e encostada a esta em que estão os sinos da Igreja de Santa Maria e o sino de correr da cidade e a escada tem 40 degraus.'
O sino municipal que tem servido para o relógio e para os rebates de incêndio, é um raro exemplar quatrocentista..." (Imagem e texto in: Arquivo de Beja, vol. III, fasc. I-II, 1946, p.163)
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Beja dentro de muralhas - 2012 - Escavações na Rua da Moeda (II)
(Clicar para ver mais ampliado)
Fevereiro 2012, vista das escavações arqueológicas a decorrer nas traseiras dos edifícios do Conservatório Regional de Beja, das Finanças e dos Serviços Técnicos da Câmara. Para saber mais sobre este projecto consultar a página -> Arqueologia nas Cidades de Beja.
Ver ainda:
- Escavações da Rua da Moeda (I) (Maio 2011)
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Portas de Beja - 2011 - Rua do Mestre Manuel
Beja, Rua do Mestre Manuel, Novembro 2011.
Mais sobre Portas de Beja:
- Convento de N. Sra. da Conceição (Maio 2011);
- Rua do Sarilho (Maio 2011);
- Rua do Esquível I (Julho 2011);
- Rua do Esquível II (Setembro 2011);
- Rua do Esquível III (Janeiro 2012).
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Trilho Geológico - 2011 - Jardim Público de Beja
Jardim Público de Beja, Janeiro 2012.
O LNEG e o Município de Beja inauguraram o Trilho Geológico no Jardim Público de Beja
- Foi inaugurado em Setembro de 2011 no Jardim de Beja.
«Planeado como um projecto de divulgação das geociências junto do grande público e das escolas, o Trilho Geológico contempla fragmentos da história geológica do sul de Portugal, nos últimos 1000 milhões de anos, desde o Neoproterozóico até à actualidade.
Ao longo de 200 m e utilizando uma escala onde cada metro percorrido equivale a 5 milhões de anos, observam-se as principais formações rochosas do Alentejo, de entre as quais se assinalam o minério de cobre de Neves Corvo, o mármore de Trigaches, apresentado nos “Cubos do Tempo”, o xisto de Barrancos, o arenito carbonatado de Alfundão com fósseis de Ostras e o gabro de Beja. As rochas foram recolhidas nas regiões de Barrancos, Beja, Castro Verde, Cercal, Ferreira do Alentejo, Grândola, Mértola, Santiago do Cacém e Vidigueira. Painéis informativos complementam o trilho, assinalando outros aspectos geológicos da região (os principais jazigos minerais metálicos e não metálicos; os vulcões antigos; as jazidas de fósseis) e a paleogeografia das distintas Eras geológicas, realçando continentes e mares que existiram no passado.
O Jardim Público de Beja é um local de referência da cidade, sendo utilizado essencialmente para lazer. As potencialidades do espaço permitem a sua valorização através de projectos de Ciência e Cultura, como o do Trilho Geológico. O LNEG contribui assim para a divulgação científica das geociências, promovendo o rico património natural do país, um exemplo de geodiversidade a nível europeu.
O projecto Trilho Geológico, incentivado pela Câmara Municipal de Beja, é parceiro do programa europeu Atlanterra (INTERREG, Espaço Atlântico) e conta com a colaboração dos Serviços Geológicos da Irlanda, do Geoparque Copper Coast e do Parque Castlecomer.» (http://www.lneg.pt/divulgacao/eventos/300)
Para ver mais:
- Visite a página do Trilho Geológico no facebook
- Sobre mapas de geologia, pesquisar no Google por Geoportal LNEG - com várias bases de dados online (jazigos, amostras, etc).
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Cine Teatro Pax Julia (II) - Anos 20/40 do Século XX
Cine-Teatro Pax Julia, anos 20 (século XX), término das obras na fachada principal.
«No local onde se encontra o 'Pax-Julia', existiu em antigo tempo o Hospício de Sto. António, construção gótico-manuelina, que tinha como finalidade prestar assistência religiosa às freiras do Convento da Conceição. Nesse sentido foi firmado um acordo entre a Infanta D. Beatriz e os frades Franciscanos que aí viviam.
Como consequência da extinção das ordens religiosas, em 1863 foi colocado em praça e adjudicado pelo Visconde da Corte, em representação de uma sociedade que se propunha construir um teatro.
A planta e a direcção das obras foram confiadas a José Maria de Almeida Garcia Fidé e iniciaram-se a 10 de Agosto de 1866, só terminando em 1928.
Este atraso na conclusão do edifício deveu-se a dificuldades financeiras com que se viu confrontada a Sociedade Teatral Bejense. Tal facto levou ao estabelecimento de um contrato com a firma Castelo Lopes Lda, onde esta se comprometeu a concluir as obras a troco da exploração do teatro durante dezanove anos. Este direito foi mais tarde cedido à firma bejense, Coelho Lda, que explorou o teatro até ao final do contrato.
Em 1949, devido por um lado ao estado do edifício e por outro ao facto do cinema estar a destronar o teatro, houve necessidade de adaptar as instalações. Desse projecto foi responsável o arquitecto Luís António Passanha Pereira.
A partir desta altura o Cine-Teatro foi entregue à empresa cinematográfica Sacil, de Lisboa e posteriormente à Lusomundo Lda, que obteve a maioria das acções...» (Joaquim Figueira Mestre, Beja. Olhares sobre a Cidade, CMB, 1991, p.60)
Cine-Teatro Pax Julia, 1945.
Para ver mais clicar -> Cine-Teatro Pax Julia (Maio 2011)
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Beja fora de muralhas - 2012 - Poda de árvores
Beja, Rua de Ramalho Urtigão, Janeiro 2012,
DZV (Departamento de Zonas Verdes da Câmara Municipal de Beja).
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Barragem de Alqueva (III) - 2012
(Clicar para ver ampliado)
Paredão da barragem de Alqueva, Janeiro 2012
Ver ainda -> Fecho das comportas Fevereiro de 2002.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Barragem de Alqueva (II) - 1975 - Aprovação
Imagem colorida (para facilitar a leitura) do Diário do Alentejo de 21 de Agosto de 1975.
Legenda da foto: "O aproveitamento do Alqueva (agora aprovado) destina-se essencialmente à alimentação do plano de rega do Alentejo, ao abastecimento em água das populações, à produção de energia e às industrias alentejanas, nomeadamente o complexo de Sines." (Diário do Alentejo, 21 de Agosto de 1975)
domingo, 22 de janeiro de 2012
Barragem de Alqueva (I) - 1975 - Discussão do projecto

Legenda: "A barragem de Aqueva, considerada de fundamental importância para o desenvolvimento socio-económico do Alentejo, é, no entanto um empreendimento controverso a nível de economistas e políticos..." (Diário do Alentejo, 18 de Julho de 1975)
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Ferragens artísticas de Beja - Espelho de fechadura porta Igreja Sta. Maria
Beja, porta da Igreja de Sta. Maria, Janeiro 2012.
Para ver mais:
- Espelho de fechadura Rua Dr. Aresta Branco (Outubro 2011)
- Espelho de Fechadura Porta da Sé de Beja (Novembro 2011)
- Batente de Porta Largo de Sta. Maria (Janeiro 2012)
sábado, 14 de janeiro de 2012
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
domingo, 8 de janeiro de 2012
O Bejense - Janeiro 1862 - Morte do Infante D. João
O Bejense, 4 de Janeiro de 1862.
Notícia sobre a morte do infante D. João de Bragança, 8.º duque de Beja e o 24º condestável do Reino. Filho de D. Maria II de Portugal e de D. Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha e Koháry, foi também duque de Saxe-Coburgo-Gotha; detentor da Grã-Cruz e Alferes das ordens militares de Cristo, Avis e S. Tiago da Espada; e ainda a Grã-Cruz da ordem de N. Sr.ª da Conceição e da Torre e Espada; Coronel do Regimento de Cavalaria n.º 2, Lanceiros da Rainha.
Terá morrido vitimado por uma doença infecto-contagiosa, a febre tifóide, pouco tempo depois dos seus irmãos D. Fernando e do rei D. Pedro V.
Esta sucessão de mortes criou na opinião publica o boato de que teriam sido envenenados e com receio de revolta no seio do Regimeno de Lanceiros, onde D. João era Comandante, este foi sepultado durante a noite, no maior dos segredos.

Infante D. João Duque de Beja
Imagem retirada do site do Regimento de Lanceiros 2.
Imagem retirada do site do Regimento de Lanceiros 2.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Ermida de Sto. André (IV) - 1939
«Anexa à ermida funcionou uma gafaria (hospital de leprosos) - onde os doentes viviam isolados e afastados da população - extinta, presumivelmente no reinado de Filipe II, mas cujos edifícios se mantiveram, embora em estado de degradação , quase até meados do século XX (...)
As escavações arqueológicas realizadas [durante as obras da Polis] no adro da ermida permitiram o reconhecimento de um espaço sepulcral para um grupo de pessoas que padeciam de lepra e de afecções dermatológicas...» (Susana Correia; Beja. Caminhos do Futuro, BejaPolis, 2005, p.150)
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Ermida de Sto. André (III) - Junho/Outubro 2011 - Obras de conservação
Ermida de Sto. André durante as obras de recuperação.
Vista interior da porta de entrada.
Azulejos na zona do altar
Caixa de Esmolas
Pia baptismal
«ERMIDA DE SANTO ANDRÉ - CONSERVAÇÃO DE ARQUITECTURA RELIGIOSA.
A obra de conservação deste imóvel terminou no passado mês de Outubro. Foram feitas obras essencialmente de drenagem das águas pluviais pois o edifício apresentava graves patologias de infiltrações. No decorrer das obras e das escavações que eram necessárias, foram encontrados 15 achados que atrasaram um pouco as obras. Tendo em conta que naquele local tinha havido uma antiga gafaria, seria natural que tal achados fossem descobertos... Irá ser restaurado o sino, que foi retirado da cobertura, os azulejos que existem no interior da Ermida, assim como o altar, a pia baptismal, a pequena caixinha de esmolas e as serralharias do exterior...» (Newsletter 02, InovoBeja, Dezembro 2011)
Para ver mais clicar:
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
domingo, 1 de janeiro de 2012
Aguadeiro de Beja - 1893
Na legenda pode ler-se "O photografado Justo do Carmo, 1º aguadeiro e fiscal interino do poço d'Aljustrel, em Beja, offerece à Exma. Camara Municipal para o seu museu."
Em finais do século XIX, princípios do século XX a distribuição de água ao domicílio em Beja era efectuada por aguadeiros, «que continuamente percorriam as ruas de Beja, na sua interminável tarefa, das fontes até às casas de cada um que, além do mais, os novos hábitos de higiene, nas classes mais ricas, começavam a exigir.
O seu esforço era muito, e pode pois compreender-se porque sempre tentavam negociar um pouco mais de ganho para lá do tabelado. A Câmara, claro, não o consentia, ... [e] estabelecia que "o custo de água despejada no sítio que o consumidor indicar, quer haja ou não escada para subir, é o seguinte: 10 litros ou uma talha $01 (um centavo), 20 litros ou duas talhas $01,5 (...) exceptuam-se os dias 9 a 15 de Agosto em que os preços poderão ser elevados ao dobro." (O Porvir, 16 de Junho 1917)»
(in Beja. Roteiros Republicanos, Constantino Piçarra e Rui Mateus,
QuidNovi, 2010, p. 69)
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