quarta-feira, 18 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
Beja dentro de muralhas - s.d. - Largo de Santa Maria
«A Praça antiga de Beja era o largo de Santa Maria da Feira, onde existiam os Paços do Conselho. El Rei D. Manuel porem, vendo o pouco desafougo d'esta praça, mandou construir outra, e he a actual [Praça D. Manuel, actual Praça da República]...» (José Silveste Ribeiro, Beja no Anno de 1845 ou primeiros traços estatísticos d'aquella cidade, Funchal, 1847, p.8)
domingo, 15 de abril de 2012
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Aeroporto de Beja - Abril 2011 - 1º vôo Beja/S. Filipe
Faz hoje 1 ano que se realizou o primeiro vôo comercial de Beja para S. Filipe na Ilha do Fogo, em Cabo Verde.
Ver notícia do jornal Público Fugas (13 de Abril de 2011)
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Cabeça Gorda - Anos 40 / 2012 - Igreja Paroquial
Igreja Paroquial da Cabeça Gorda e sede da Junta de Frequesia, anos 40 do século XX.
Igreja Paroquial da Cabeça Gorda, Março 2012.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Amendoeira do Campo - 2012 - Nora de água
Amendoeira do Campo, 1 de Abril de 2012.
A nora ainda é utilizada por pessoas que não têm água canalizada em casa.
terça-feira, 3 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
sábado, 31 de março de 2012
sexta-feira, 30 de março de 2012
Ferreira do Alentejo - 2012 - Igreja de Nossa Senhora da Conceição
Santuário de Nossa Senhora da Conceição padroeira da vila e do concelho de Ferreira do Alentejo. Nesta igreja venera-se uma pequena imagem que se diz ter sido levada na viagem de Vasco da Gama para a Índia...
Mais sobre Ferreira do Alentejo no blogue http://estradavelha.wordpress.com/tag/planicie/
terça-feira, 27 de março de 2012
Beja - s.d. - Lagares e alcaçarias
Lagares e Alcaçarias (neste caso, ao que tudo indica, significaria 'fábricas de cortumes').
Imagem dos arrabaldes de Beja, provavelmente dos princípios do século XX.
sábado, 24 de março de 2012
Beja dentro de muralhas - 2012 - Rua das Lojas (II)
Rua dr. Afonso Costa, vulgo Rua das Lojas, Março 2012.
Uma típica rua do centro histórico de Beja.
Ver também:
quinta-feira, 22 de março de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
Ferragens artísticas de Beja - Espelho de fechadura Largo do Lidador
Espelho de fechadura, Largo do Lidador, Março 2012.
Mais ferragens artísticas de Beja:
- Espelho de fechadura Rua Dr. Aresta Branco (Outubro 2011)
- Espelho de Fechadura Porta da Sé (Novembro 2011)
- Batente de porta Largo de Sta. Maria (Janeiro 2012)
- Espelho de fechadura porta da Igreja de Sta. Maria (Janeiro 2012)
terça-feira, 20 de março de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
Jardim Municipal de Beja - s.d. - Coreto
«O Jardim Público ... instituído por iniciativa de um comandante do regimento, o tenente-coronel António de Oliva e Sousa, a partir da antiga cerca do Convento de S. Francisco (...) começou a ser reformulado em "passeio público" à la française apenas em 1914. Mas em 1918, num período em que já eram regulares os concertos musicais da banda militar, parecia, segundo [o jornal] O Porvir, bastante abandonado: "Parece mais uma charneca do que um jardim! Ainda agora estamos no princípio do verão e já as árvores e as flores ali agonizam com falta de água!"; e ainda se criticava o novo horário, "os concertos passaram para meio da tarde, quando está muito calor, ninguém vai". Mas o reparo teve eco e, na década de 20, o jardim foi alvo de grandes trabalhos: em Junho de 1926, foram concluídas as obras de modernização, incluindo a escadaria de acesso, calcetamento dos passeios, ligação dos talhões e construção do lago. Mas muitas destas realizações (...) foram arrasadas pelo ciclone de Fevereiro de 1941, e foi o arranjo posterior que lhe deu a traça com que chegou ao início do novo século.» (Constantino Piçarra e Rui Mateus, Beja, Roteiros Republicanos, QuidNovi, 2010, p.74)
terça-feira, 13 de março de 2012
segunda-feira, 12 de março de 2012
Beja dentro de muralhas - 1931 - Rua das Lojas
«... a Rua das Lojas. Em 1931 o [jornal] O Porvir escrevia que ela "era noutro tempo um verdadeiro empório comercial mas com a montagem de estabelecimentos nas aldeias mais importantes do concelho, foi-se reduzindo pouco a pouco o movimento da referida rua. E agora, mercê de conhecidos factores, (...) parece um ermo, quando antigamente era concorrida e animada, pois de perto de vinte estabelecimentos que possuía não restam senão meia dúzia deles, que irão desaparecendo também à medida que os seus proprietários forem falecendo, vitimados pela terrível doença da contribuiçonite, o terrível flagelo do comércio e da indústria nacionais." (referindo-se às exigências do então ministro das Finanças, Oliveira Salazar, obrigando a pagar, de imediato, ou a fecharem as portas, todas as contribuições em atraso). Mas, aparentemente, esta artéria da cidade hoje alvo de semelhante comentário, conseguiu atravessar cinco décadas do século XX mantendo a sua feição comercial. Portanto resistindo, adaptando-se.» (Constantino Piçarra e Rui Mateus, Beja, Roteiros Republicanos, QuidNovi, 2010, p.61)
sexta-feira, 9 de março de 2012
Soror Mariana Alcoforado - edição 1930
Cartas de amor ao cavalheiro de Chamily, Soror Mariana Alcoforado,
Lisboa, Livraria Profissional, [193-]
(Clicar na imagem para ver a edição em PDF da Biblioteca Digital do Alentejo)
«Soror Mariana Alcoforado (1640-1723) nasceu, viveu e morreu em Beja. A ela são atribuídas as cartas endereçadas ao cavaleiro Chamilly, publicadas pela primeira vez em Paris com o título de Lettres Portugaises (1669), por Claude Barbin. No mesmo ano as cartas são publicadas em Colónia com o título Lettres d'amour d'une religieuse portugaise, informando que as cartas haviam sido traduzidas para o francês por Lavergne de Guilleraggues. Em 1810, Boissonade encontrou um manuscrito das cartas que atribuía a autoria das cartas a Mariana Alcoforado.
Apesar de toda a controvérsia e dúvida que envolve a autoria das cartas, a versão que se mantém é de que Soror Mariana, uma religiosa do Convento de Nossa Senhora da Conceição de Beja, se enamorou do Marquês de Chamilly (1636-1715), futuro marechal de França, aquando da sua estada em Portugal integrado nas tropas francesas que vieram ajudar na Guerra da Restauração. As cinco cartas endereçadas a este cavaleiro são de amor e suplica para que este a leve com ele para França.» (Resumo da obra - Biblioteca Digital do Alentejo)
quarta-feira, 7 de março de 2012
Beja fora de muralhas - 2010 - Carroça na Ciclovia
Setembro 2010. Carroça estacionada na ciclovia de Beja junto aos hipermercados. Um molho de palha entalado nas árvores entretém o animal, enquanto os donos vão às compras.
Ver também.
terça-feira, 6 de março de 2012
Convento da Conceição - finais do século XIX - Palácio dos Infantes (II)
Legenda: «Fachada da Igreja da Conceição e trazeiras do Palácio dos Infantes. Notar a nobre escadaria sextavado (sic.), do adro (destruída em 1893), as janelas e frestas rectangulares do corpo da Igreja e dos coros, transformadas em janelas ogivais, no decurso das obras de 1893-1896. Reparar também na forma anterior do remate da tôrre. (Fot. tirada antes das demolições iniciadas em 1893).»
Ver também:
- Palácio dos Infantes (II)
Ver também:
- Palácio dos Infantes (II)
segunda-feira, 5 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
Mercado de Beja - Março 2012
Um espaço onde ainda se podem comprar produtos das pequenas hortas urbanas e rurais que rodeiam a cidade de Beja. Apesar dos grandes hipermercados atraírem a maioria dos compradores com as suas facilidades de estacionamento, concentração da oferta e produtos frescos imaculados e brilhantes, falta-lhes, na maioria das vezes, o sabor, o cheiro e as histórias de quem os cultivou.
quinta-feira, 1 de março de 2012
'Arte Urbana' - 2012 - Monumento Al-Mu'Tamid
Monumento a Al-Mu'Tamid, Parque da Cidade de Beja, Fevereiro 2012.
Mais:
- Monumento Al-Mu'Tamid ao abandono (Setembro 2011)
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Convento da Conceição - finais século XIX - Palácio dos Infantes (I)
Arquivo de Beja, vol.I, fasc.I, Out-Dez, 1944, p.66.
Ver também:
sábado, 25 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Arrabaldes de Beja - Anos 40 - 'Bairro do Pelâme'
Bairro do Pelame, anos 40 do século XX: "Casas construídas pela Câmara Municipal de Beja, no Pelâme, para indigêntes que não pódem pagar renda."
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Beja dentro de muralhas - 2011 - Igreja N. Sra. dos Prazeres (II)
'Sala' de entrada da Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres, Setembro 2011.
(integrada na roteiro "À descoberta do Barroco em Portugal")
Ver mais:
- Igreja N. Sra. dos Prazeres (Outubro 2011)
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
D. Manuel Falcão - 1922-2012
«O “Bispo Vermelho”
Lúcido, corajoso e sempre dialogante, fazendo pacientemente o seu
trabalho, sem grandes alaridos, foi em primeiro lugar um extraordinário pastor
de almas, mas também homem de ciência, sociólogo, jornalista, cultor do
património e das artes, sempre alheio a confessionalismos estridentes e
obtusos. As gerações que foram moldadas por Ele não o esquecem. Faz-nos muita
falta.» (Testemunho de José Luís de Matos, Historiador).
D. Manuel Falcão, recentemente falecido, foi bispo em Beja, durante quarenta anos depois de ter
sido bispo auxiliar do Patriarca de Lisboa durante oito anos. Na imprensa fez-se
eco da sua acção repetindo de forma simplista o apodo que os seus inimigos lhe
colaram, o de “Bispo Vermelho”. Verdadeiramente nunca o foi. O seu “curriculum”
episcopal é longo e extraordinariamente fecundo. Acompanhei de longe o percurso
do seu episcopado nestes quarenta e seis anos, mas recordo-o sobretudo nos primeiros
quinze anos do seu sacerdócio em Lisboa.
O padre “sem teias de aranha
no cérebro”, foi, para todos os que o conhecíamos, o primeiro a abrir “caminhos
de modernidade” na sociologia religiosa, eliminando o “mito da cristandade” do
discurso politico e religioso da época, revelando a diminuição catastrófica da
frequência dos sacramentos na Diocese de Lisboa. Ajudou-nos a todos os que
privávamos então com Ele a desmistificar os “horrores do socialismo” dos
discursos salazarentos; nisto não foi certamente o único, mas foi a base da
conduta posterior que lhe valeu o asco do conservadorismo nacional.
Sobre o trabalho de D. Manuel Falcão na conservação do património de Beja ver:
domingo, 19 de fevereiro de 2012
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Cine Teatro Pax Julia (III) - Anos 50/2012 - fachada Norte
Fachada Norte do Edifício do Teatro Municipal Pax Julia, Beja, Rua Conde da Boavista, anos 50 do século XX.
Fachada Norte do Edifício do Teatro Municipal Pax Julia, Beja, Rua Conde da Boavista, Janeiro 2012.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Beja Porta de Aviz (III) - 2006 - Ermida N. Sra da Guia
Aguarela de Leonel Borrela, 2006.
Ver mais:
- Porta de Aviz (II) - século XIX - Ermida de N. Sra. da Guia (Setembro 2011)
- Porta de Aviz (I) - 1939/2011 - Arco Romano (Setembro 2011)
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Edifício adjacente à Igreja de Sta Maria em obras - Fevereiro 2012 - Painel de azulejos da Capela de N.Sra. do Rosário (II)
(Clicar na imagem para ver mais ampliado)
Ao fim de cerca de seis meses, as obras do edifício anexo à Igreja de Sta Maria continuam. Este edifício conhecido por 'edifício da Caixa Geral de Depósitos', da autoria do Arquitecto Pardal Monteiro, foi (re)construído no local da antiga Capela de Nossa Senhora do Rosário. Da capela original restam alguns azulejos. Antes das obras existiam dois grandes painéis de azulejos, um de cada lado de quem entrava. Em Agosto do ano passado, verificou-se que já só existia um deles (o da direita) e que o outro tinha sido removido, encontrando-se a parede picada no local.
Esta semana, numa breve espreitadela ao local verificamos que não só o painel 'desaparecido' não foi recolocado, como a parede já foi alisada...
Onde pára este pedaço de património da cidade de Beja? Vendido a metro ou à espera de ser recolocado...?
Fevereiro 2012. Sala da entrada do edifício anexo à Igreja de Sta. Maria de Beja.
Beja dentro de muralhas - Capela de N. Sra. do Rosário contígua à Igreja de Sta. Maria (II)
"Antiga vista da Igreja de Santa Maria da Feira, anterior à construção de um edifício para a Caixa Geral de Depósitos. Por efeito desta infeliz edificação desapareceram o 'passo' e a Capela de Nossa Senhora do Rosário, ficando a face principal da torre oculta até cêrca de um terço da altura.
O que mostra o aspecto de uma torre de base rectangular bastante alongada é o conjunto de duas torres de base quadrada, uma adossada à outra. A da frente pertence ao município; a outra, mais antiga, de aparelho heterogéneo (silhares, alvenaria e tijolo - um daqueles com lavores visigóticos) e menos segura, é a do templo. Entre elas e a Igreja havia uma diminuta travessa, mais tarde convertida em celeiro camarário, depois em quintal e ainda depois na Igreja do Rosário, da qual o presente mau edifício da C. G. de Depósitos mantém no interior os primitivos azulejos policromos.
Em Março de 1922 correu o boato de que ia ser demolida a torre de Santa Maria, por ter sido cedida à C. G. de Depósitos a capela do Rosário com a sacristia e mais dependências - a tôrre, o 'passo', etc., mas a Câmara provou que a torre era propriedade sua no 'Tombo' dos Bens do Município, acha-se o seguinte registo: 'Torre dos sinos - Há uma torre quadrada, toda de pedraria com seu sino do Relógio que está dentro da mesma torre, no alto dele estão as armas da cidade que é a cabeça de um touro, e por cima dela estão as armas reais, tem esta torre sua serventia por uma porta que está no Terreiro de Santa Maria da parte do poente e por uma escada que está lançada no vão de outra torre mais pequena e encostada a esta em que estão os sinos da Igreja de Santa Maria e o sino de correr da cidade e a escada tem 40 degraus.'
O sino municipal que tem servido para o relógio e para os rebates de incêndio, é um raro exemplar quatrocentista..." (Imagem e texto in: Arquivo de Beja, vol. III, fasc. I-II, 1946, p.163)
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Beja dentro de muralhas - 2012 - Escavações na Rua da Moeda (II)
(Clicar para ver mais ampliado)
Fevereiro 2012, vista das escavações arqueológicas a decorrer nas traseiras dos edifícios do Conservatório Regional de Beja, das Finanças e dos Serviços Técnicos da Câmara. Para saber mais sobre este projecto consultar a página -> Arqueologia nas Cidades de Beja.
Ver ainda:
- Escavações da Rua da Moeda (I) (Maio 2011)
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Portas de Beja - 2011 - Rua do Mestre Manuel
Beja, Rua do Mestre Manuel, Novembro 2011.
Mais sobre Portas de Beja:
- Convento de N. Sra. da Conceição (Maio 2011);
- Rua do Sarilho (Maio 2011);
- Rua do Esquível I (Julho 2011);
- Rua do Esquível II (Setembro 2011);
- Rua do Esquível III (Janeiro 2012).
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Trilho Geológico - 2011 - Jardim Público de Beja
Jardim Público de Beja, Janeiro 2012.
O LNEG e o Município de Beja inauguraram o Trilho Geológico no Jardim Público de Beja
- Foi inaugurado em Setembro de 2011 no Jardim de Beja.
«Planeado como um projecto de divulgação das geociências junto do grande público e das escolas, o Trilho Geológico contempla fragmentos da história geológica do sul de Portugal, nos últimos 1000 milhões de anos, desde o Neoproterozóico até à actualidade.
Ao longo de 200 m e utilizando uma escala onde cada metro percorrido equivale a 5 milhões de anos, observam-se as principais formações rochosas do Alentejo, de entre as quais se assinalam o minério de cobre de Neves Corvo, o mármore de Trigaches, apresentado nos “Cubos do Tempo”, o xisto de Barrancos, o arenito carbonatado de Alfundão com fósseis de Ostras e o gabro de Beja. As rochas foram recolhidas nas regiões de Barrancos, Beja, Castro Verde, Cercal, Ferreira do Alentejo, Grândola, Mértola, Santiago do Cacém e Vidigueira. Painéis informativos complementam o trilho, assinalando outros aspectos geológicos da região (os principais jazigos minerais metálicos e não metálicos; os vulcões antigos; as jazidas de fósseis) e a paleogeografia das distintas Eras geológicas, realçando continentes e mares que existiram no passado.
O Jardim Público de Beja é um local de referência da cidade, sendo utilizado essencialmente para lazer. As potencialidades do espaço permitem a sua valorização através de projectos de Ciência e Cultura, como o do Trilho Geológico. O LNEG contribui assim para a divulgação científica das geociências, promovendo o rico património natural do país, um exemplo de geodiversidade a nível europeu.
O projecto Trilho Geológico, incentivado pela Câmara Municipal de Beja, é parceiro do programa europeu Atlanterra (INTERREG, Espaço Atlântico) e conta com a colaboração dos Serviços Geológicos da Irlanda, do Geoparque Copper Coast e do Parque Castlecomer.» (http://www.lneg.pt/divulgacao/eventos/300)
Para ver mais:
- Visite a página do Trilho Geológico no facebook
- Sobre mapas de geologia, pesquisar no Google por Geoportal LNEG - com várias bases de dados online (jazigos, amostras, etc).
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