sexta-feira, 21 de setembro de 2012

'Béja no anno de 1845' - José Silvestre Ribeiro

Imagem inicial do livro Béja no Anno de 1845, ou os primeiros traços estatisticos d'aquella cidade de José Silvestre Ribeiro (Funchal, Typografia de A.L. da Cunha, 1847).

«...Tem a cidade de Béja  noventa e duas rúas - vinte e nove travessas - tres becos e tres largos. Tem duas alamedas, e dous passeos - tudo de pequena extensão, e por em quanto insufficientes para o recreio do povo...» (Extracto sobre a caracterização geral da cidade, pág.7) 

domingo, 16 de setembro de 2012

A Folha de Beja - 1910 - Vitória Monárquica em Beja

Jornal A Folha de Beja, 1 de Setembro de 1910.

Vitória monárquica em Beja, com a apresentação dos candidatos vencedores, cerca de um mês antes de ser implantada a República em Portugal.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Foral Manuelino de Beja - 1510

Edição Fac-similada do Foral Manuelino de Beja, Instituto dos Arquivos Nacionais / Torre do Tombo (edição Campo das Letras, Porto, 2003). O original esteve na posse da família Brito Subtil de 1888 até 2002, altura em que foi doado ao Instituto dos Arquivos Nacionais / Torre do Tombo.

«Lendo o foral [de Beja], temos uma visão rápida e ainda assim completa da realidade e das actividades comerciais de Beja: os abastecimentos, os produtos hortícolas, os tecidos, os cabedais, as louças, a caça, o vinho, o azeite, o mel, entre outros.» (Maria José Mexia Bigotte Chorão, p.11).

«Os forais eram diplomas concedidos pelo rei e por outros senhorios laicos ou religiosos, contendo normas disciplinadoras das relações dos habitantes entre si e a identidade outorgante. Os primeiros forais foram atribuídos com o intuito depovoar e atrair mão de obra a determinados locais. As dimensões e o conteúdo dos forais eram variáveis, por eles estabeleciam-se as liberdades e garantias das pessoas e bens dos povoadores, impunham-se impostos e tributos, definiam-se as multas devidas pelos delitos e contravenções, estipulava-se o serviço militar e os encargos a privilégios dos cavaleiros-vilãos, determinava-se o aproveitamento de terrenos comuns, etc. As cartas de foral (forais) eram essencialmente normas de Direito público...» (ver mais)

sábado, 8 de setembro de 2012

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Santa Margarida do Sado - 2012 - Ponte inacabada

(Clicar para ver ampliado)
Obras da auto-estrada Beja-Sines paradas, ponte inacabada. Santa Margarida do Sado, Agosto 2012.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

sábado, 25 de agosto de 2012

Palavras Andarilhas - 2012

Clicar para ver 'Programa Improvável' deste evento dedicado aos livros, aos contos e aos contadores de histórias.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

terça-feira, 7 de agosto de 2012

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

domingo, 5 de agosto de 2012

"Etnografia do Baixo Alentejo" - 1944

 
"Cena típica, no mercado mensal de Beja"
(Fotografia de Eduardo Ferraz)
in Arquivo de Beja, vol. I, Fasc. I, Jan-Mar, 1944, p.14.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Beja fora de muralhas - Anos 40 século XX - Liceu Fialho de Almeida/ Diogo Gouveia

Imagem IGESPAR 
(na foto pode-se ainda ver o nome de Fialho de Almeida na fachada)

«Foi em 1930 que o arquiteto Luís Cristino da Silva apresentou ao Ministério da Instrução Pública o projeto do novo edifício do Liceu de Beja, numa solução que se caracteriza pelo "internacionalismo" e "funcionalismo", seguindo as normas construtivas e programáticas da escola moderna estabelecidas pelo concurso público. (MONIZ, Gonçalo Canto, 2004, pp. 72-73). 
O edifício, erigido entre 1931 e 1935, "(...) constituí veículo para a afirmação de um pioneiro modernismo que se começa a estender para além dos grandes centros urbanos." (TOSTÕES, Ana, 2004, p. 178). A planta em U dispõe os módulos construtivos de betão armado em dois grandes eixos perpendiculares assimétricos: o eixo que se desenvolve paralelo à rua, composto pelo corpo principal, um braço lateral, com corredor e ao qual se adossam espaços de recreio, e o corpo posterior, com salas de aula, o ginásio e a piscina. 
Na fachada principal destaca-se a imponência maciça do betão, rasgada por grandes vãos envidraçados, que ao permitirem a entrada de luz marcam o ritmo da frontaria. A entrada é precedida por um portão gradeado, e sobre a entrada principal o único elemento decorativo exterior, a designação do liceu em alto-relevo. A fachada posterior, marcada pela regularidade da abertura de janelas, confere sobriedade ao edifício. 
À entrada do edifício, decorando o pátio principal, sobressai o painel de azulejos fabricado na Fábrica Viúva de Lamego, pintado por Eduardo Leite, segundo um cartão de Dordio Gomes, com uma cena de cariz regionalista, na qual se representação ceifeiros alentejanos. O espaço interior é marcado por terraços de betão, que se articulam entre os diferentes edifícios, o recreio coberto, os largos corredores, as escadas amplas que interligam os três pisos, o ginásio com varandim superior. 
Inaugurado em 1936, o Liceu Nacional Diogo de Gouveia foi uma das primeiras, e mais puristas, obras do Modernismo português, destacando-se pelo despojamento ornamental aliado às formas que o uso do botão permitiu explorar e pela assimetria da planta, determinada por questões de funcionalismo prático.»