sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Jardineiros de Beja - 2012 - O trabalho 'invisivel' (II)

Srs(as). Maria José Luz, Caetano Pires, Maria Fernanda Dias e António Rosa.
Equipa de jardineiros da Câmara Municipal de Beja, 
responsável pelo Jardim Municipal de Beja e pela zona histórica.
Outubro de 2012.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Praça da República - s.d. - Igreja da Misericórdia




Fotos IGESPAR, s.d. 

«No topo Noroeste da Praça [da República] ergue-se a Igreja da Misericórdia, classificada como Monumento Nacional. Mandada edificar no século XVI pelo infante D. Luís irmão de D. João III, destinava-se a albergar os açougues municipais. A obra revestiu-se, porém, de uma tal qualidade e beleza que o próprio infante propôs às entidades municipais a sua utilização para fins religiosos. Trata-se de um edifício de planta quadrangular, com abóbadas suportadas por colunas encimadas por capitéis finamente trabalhados e paramento exterior em pedra golpeada e almofadada. Segundo Dagoberto Markl, constitui "talvez o mais notável exemplar do Renascimento de feição regionalista" do nosso país.» (Susana Correia, Beja. Caminhos de Futuro, BejaPolis, Beja, 2005, p.36)

(Para saber mais sobre a Igreja da Misericórdia consultar, por exemplo, a página do IGESPAR)

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

'Canta-me um Conto' - 18 de Outubro 2012 - Biblioteca Municipal de Almodôvar

"CANTA-ME UM CONTO" - Teatro Musical para a Infância
regressa à Biblioteca Municipal de Almodôvar
Sessão para escolas: 14h15
Sessão para público familiar: 18h00

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

sábado, 6 de outubro de 2012

4º aniversário do incêndio na Câmara de Beja - 6 Outubro 2008 (I)

Beja, 6 de Outubro de 2008. Imagem de José Espinho publicada no blogue Praça da República.

Imagem do combate ao incêndio que devastou o edifício dos Serviços Técnicos da Câmara Municipal de Beja. 

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Igreja de Nossa Senhora do Pé da Cruz - 2012 - Pintura mural escondida



«Quando os trabalhos de restauro da Igreja de Nossa Senhora do Pé da Cruz, se iniciaram, ninguém poderia adivinhar a surpresa que aguardava os historiadores de arte. Por detrás de uma pintura a óleo sobre tela representando a Última Ceia, bastante danificada, estava uma pintura mural executada à base de folha de ouro fino. "Esteve escondida durante mais de 300 anos" diz José António Falcão, director do Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja...» (Jornal Diário de Notícias, 24 de Setembro de 2012, p.21).

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Beja fora de muralhas - 2012 - Relógio do Liceu

Setembro de 2012. Relógio do Liceu Diogo Gouveia.

Cerca de um ano e meio depois de ter sido montado, o relógio do Liceu mantém a sua 'hora oficial'

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

'Béja no anno de 1845' - José Silvestre Ribeiro

Imagem inicial do livro Béja no Anno de 1845, ou os primeiros traços estatisticos d'aquella cidade de José Silvestre Ribeiro (Funchal, Typografia de A.L. da Cunha, 1847).

«...Tem a cidade de Béja  noventa e duas rúas - vinte e nove travessas - tres becos e tres largos. Tem duas alamedas, e dous passeos - tudo de pequena extensão, e por em quanto insufficientes para o recreio do povo...» (Extracto sobre a caracterização geral da cidade, pág.7) 

domingo, 16 de setembro de 2012

A Folha de Beja - 1910 - Vitória Monárquica em Beja

Jornal A Folha de Beja, 1 de Setembro de 1910.

Vitória monárquica em Beja, com a apresentação dos candidatos vencedores, cerca de um mês antes de ser implantada a República em Portugal.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Foral Manuelino de Beja - 1510

Edição Fac-similada do Foral Manuelino de Beja, Instituto dos Arquivos Nacionais / Torre do Tombo (edição Campo das Letras, Porto, 2003). O original esteve na posse da família Brito Subtil de 1888 até 2002, altura em que foi doado ao Instituto dos Arquivos Nacionais / Torre do Tombo.

«Lendo o foral [de Beja], temos uma visão rápida e ainda assim completa da realidade e das actividades comerciais de Beja: os abastecimentos, os produtos hortícolas, os tecidos, os cabedais, as louças, a caça, o vinho, o azeite, o mel, entre outros.» (Maria José Mexia Bigotte Chorão, p.11).

«Os forais eram diplomas concedidos pelo rei e por outros senhorios laicos ou religiosos, contendo normas disciplinadoras das relações dos habitantes entre si e a identidade outorgante. Os primeiros forais foram atribuídos com o intuito depovoar e atrair mão de obra a determinados locais. As dimensões e o conteúdo dos forais eram variáveis, por eles estabeleciam-se as liberdades e garantias das pessoas e bens dos povoadores, impunham-se impostos e tributos, definiam-se as multas devidas pelos delitos e contravenções, estipulava-se o serviço militar e os encargos a privilégios dos cavaleiros-vilãos, determinava-se o aproveitamento de terrenos comuns, etc. As cartas de foral (forais) eram essencialmente normas de Direito público...» (ver mais)

sábado, 8 de setembro de 2012

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Santa Margarida do Sado - 2012 - Ponte inacabada

(Clicar para ver ampliado)
Obras da auto-estrada Beja-Sines paradas, ponte inacabada. Santa Margarida do Sado, Agosto 2012.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

sábado, 25 de agosto de 2012

Palavras Andarilhas - 2012

Clicar para ver 'Programa Improvável' deste evento dedicado aos livros, aos contos e aos contadores de histórias.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

terça-feira, 7 de agosto de 2012

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

domingo, 5 de agosto de 2012

"Etnografia do Baixo Alentejo" - 1944

 
"Cena típica, no mercado mensal de Beja"
(Fotografia de Eduardo Ferraz)
in Arquivo de Beja, vol. I, Fasc. I, Jan-Mar, 1944, p.14.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Beja fora de muralhas - Anos 40 século XX - Liceu Fialho de Almeida/ Diogo Gouveia

Imagem IGESPAR 
(na foto pode-se ainda ver o nome de Fialho de Almeida na fachada)

«Foi em 1930 que o arquiteto Luís Cristino da Silva apresentou ao Ministério da Instrução Pública o projeto do novo edifício do Liceu de Beja, numa solução que se caracteriza pelo "internacionalismo" e "funcionalismo", seguindo as normas construtivas e programáticas da escola moderna estabelecidas pelo concurso público. (MONIZ, Gonçalo Canto, 2004, pp. 72-73). 
O edifício, erigido entre 1931 e 1935, "(...) constituí veículo para a afirmação de um pioneiro modernismo que se começa a estender para além dos grandes centros urbanos." (TOSTÕES, Ana, 2004, p. 178). A planta em U dispõe os módulos construtivos de betão armado em dois grandes eixos perpendiculares assimétricos: o eixo que se desenvolve paralelo à rua, composto pelo corpo principal, um braço lateral, com corredor e ao qual se adossam espaços de recreio, e o corpo posterior, com salas de aula, o ginásio e a piscina. 
Na fachada principal destaca-se a imponência maciça do betão, rasgada por grandes vãos envidraçados, que ao permitirem a entrada de luz marcam o ritmo da frontaria. A entrada é precedida por um portão gradeado, e sobre a entrada principal o único elemento decorativo exterior, a designação do liceu em alto-relevo. A fachada posterior, marcada pela regularidade da abertura de janelas, confere sobriedade ao edifício. 
À entrada do edifício, decorando o pátio principal, sobressai o painel de azulejos fabricado na Fábrica Viúva de Lamego, pintado por Eduardo Leite, segundo um cartão de Dordio Gomes, com uma cena de cariz regionalista, na qual se representação ceifeiros alentejanos. O espaço interior é marcado por terraços de betão, que se articulam entre os diferentes edifícios, o recreio coberto, os largos corredores, as escadas amplas que interligam os três pisos, o ginásio com varandim superior. 
Inaugurado em 1936, o Liceu Nacional Diogo de Gouveia foi uma das primeiras, e mais puristas, obras do Modernismo português, destacando-se pelo despojamento ornamental aliado às formas que o uso do botão permitiu explorar e pela assimetria da planta, determinada por questões de funcionalismo prático.» 

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Beja fora de muralhas - Anos 40 século XX - Estação CTT

Estação do Correios de Beja. Anos 40 século XX (imagem IGESPAR)

«Integradas numa fervorosa política construtiva de renovação que o governo de Oliveira Salazar empreendeu em relação à maior parte dos equipamentos públicos do país, as novas estações dos correios construídas ao longo das décadas de 30 e 40 foram, em grande parte, projectadas por Adelino Nunes. Após um levantamento efectuado em 1934, ficou estabelecido que o país necessitava de quatro tipologias de edifícios, consoante o fluxo e dimensão dos aglomerados populacionais. Volumetricamente solucionadas em resposta aos quatro programas, estas estações foram consideradas um exemplo da arquitectura funcional produzida no país. A diversidade dos edifícios decorre das características locais dos serviços e, sob o ponto de vista da construção, socorrem-se inúmeras vezes dos diferentes materiais empregues nas diversas regiões.» (site IGESPAR)

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