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segunda-feira, 30 de setembro de 2013
domingo, 29 de setembro de 2013
Eleições Beja - 19 Março 1908 - Candidatos Republicanos
(Clicar para ver ampliado)
Jornal O Porvir, 19 de Março 1908.
Candidatos republicanos pelo círculo de Beja em plena monarquia.
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Moura - 2011 - Porta da Igreja Matriz
Porta principal da Igreja de S. João Baptista de Moura - Igreja Matriz.
Abril 2011.
«A Igreja Matriz de Moura, consagrada a S. João Batista, foi construída nos finais do século XV, no mesmo local da anterior paroquial. De planta muito simples, a Matriz desenvolve-se num retângulo dividido em três naves - com a central mais elevada - de cinco tramos e cabeceira quadrangular. Embora não se conheça o nome do arquiteto desta igreja do gótico final, é plausível aceitar que o grande mestre régio Diogo de Arruda tenha colaborado em alguns pormenores manuelinos de exceção. A fachada, reconstruída após o desmonoramento de inícios do século XVIII, mantém o magnífico pórtico manuelino composto por dois pares de colunelos - o interior liso e o exterior ornado de semiesferas - que sustentam capitéis, de onde arranca um arco trilobado sobrepujado por um arco de carena coroado por pináculo.
O vão criado entre os dois colunelos é profusamente decorado com motivos vegetalistas estilizados, assim como os capitéis e o lintel (...).»
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
sábado, 21 de setembro de 2013
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Lápide Romana - Edifício dos Paços do Concelho de Beja
«'A Colónia de PAX IVLIA erigiu esta homenagem ao imperador
Lúcio Aélio Aurélio Cómodo, filho do Imperador Adriano Antonino
Pio, Augusto, Pai da Pátria, sendo Duúnviros Quinto Petrónio
Materno e Caio Júlio Juliano'.
Esta lápide, que demonstra ter sido Beja a romana Pax Júlia, foi achada na Lobeira, no ano de 1573 e desde então, como nobilíssimo documento pátrio, se tem ostentado nos sucessivos edifícios onde funcionou a Domus Municipalis.»
(Reprodução da placa que acompanha a lápide romana que se encontra no edifício dos Paços do Concelho de Beja)
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Mértola - séc. XVIII - Igreja de S. Luís/ N. Srª do Carmo
Vista geral da vila de Mértola, lado Norte, em gravura aguarelada de finais do século XVIII. Em primeiro plano a desaparecida igreja de S. Luís/ N. Srª do Carmo.
sábado, 7 de setembro de 2013
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Praça da República - séc. XIX/ 2008 - Arcada nascente (II)
(Imagens que acompanham o artigo de Raúl Hestnes Ferreira, Arquivo de Beja, vol.I, II série, anos 76/82, Beja, Outubro, 1984, pp.122-123)
(...) Notícias sobre este local levam a crer que o Poço denominado dos Banhos, e com toda a probabilidade a Arcada ou seus elementos tenham tido uma existência anterior a D. Manuel provavelmente associados a antigos banhos árabes ou romanos de que há notícia (...) De qualquer modo, esta Arcada teve uma existência de vários séculos [até ao] século XIX [mais precisamente 1869, quando esta edificação foi tapada por vontade dos proprietários].
(...) Ao longo dos anos a 'casa do poço dos banhos' ou do 'touril', conforme era denominada, propriedade do Concelho pelo menos até meados do séc. XVIII, foi sendo alterada e acrescentada, sobretudo por parte dos residentes das casas vizinhas que dela pretendiam tirar usufruto, através da ampliação dessas casas (sobre a propriedade municipal) e da criação de melhores acessos (para tal tendo inclusive reduzido a frente do chafariz no séc. XVII, época em que provavelmente o piso superior teria sido edificado).» (Raúl Hestnes Ferreira, Arquivo de Beja, vol.I, II série, anos 76/82, Beja, Outubro, 1984, pp.116-117)
sábado, 31 de agosto de 2013
Praça D. Manuel I/ Praça da República - meados séc. XIX / 2005 - Arcada nascente
(clicar nas imagens para as ver ampliadas)
Fachadas do lado nascente da Praça da República, antiga Praça de D. Manuel, com a sua Arcada (em cima numa imagem de meados do século XIX) e o que resta dela (nos princípios do séc. XXI, já depois de terem sido feito obras para desafrontar parte da mesma, oculta em finais do século XIX).
«D. Manuel, Duque de Beja, decidiu valorizar a cidade pela construção de uma nova Praça com Pousada, Chafariz e Pelourinho. Não possuímos elementos sobre as edificações anteriores existentes neste local, mas tudo leva a crer, pela estrutura da zona em relação à malha citadina, que tendo feito parte do Forum Romano, a sua importância se manteve através da Idade Média, dispondo de vários edifícios e concentrando as principais actividades do burgo. Notícias sobre este local levam a crer que o Poço denominado dos Banhos, e com toda a probabilidade a Arcada ou seus elementos tenham tido uma existência anterior a D. Manuel provavelmente associados a antigos banhos árabes ou romanos de que há notícia.» (Raúl Hestnes Ferreira, Arquivo de Beja, vol.I, II série, anos 76/82, Beja, Outubro, 1984, p.116)
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Praça da República de Beja - 1960/2011 - Pelourinho
«O Pelourinho - "classificado como Imóvel de Interesse Público - mandado erigir por D. Manuel I. Apeado em data imprecisa de oitocentos, extraviaram-se alguns dos seus elementos, pelo que, já no século XX, se procedeu a uma reconstituição. Na sequência da obra de requalificação da Praça empreendida pelo Programa Polis, procedeu-se à sua relocalização, no enfiamento com a Rua dos Infantes, e à retirada dos degraus sobre os quais se erguia, numa tentativa de apresentação do monumento na sua forma original (a colocação deste tipo de monumentos sobre bases mais ou menos elevadas correspondeu à sua monumentalização, efectuada no século XIX, num momento em que se assistia ao reforço do municipalismo e em que os pelourinhos, não possuindo já uma função utilitária, passaram a ser encarados como um símbolo do poder municipal).»(Susana Correia, Beja. Caminhos de Futuro, Programa Polis, Beja, Out.2005, pp.37-38)
domingo, 25 de agosto de 2013
Beja dentro de muralhas - 1944/1946 - Novo Edifício das Finanças na Praça da República

1944 - Obras de demolição da antiga Cadeia Filipina

1944- Obras de demolição da antiga Cadeia Filipina
1944 - Alçado da fachada do novo edifício das 'Finanças e Conservatória do Registo Civil'
1945-46 - Construção do novo edifício

1948 - Novo Edifício das 'Repartições Concelhias e Biblioteca Municipal'
Após a demolição da antiga Cadeia Filipina na Praça da República, foi construido no seu lugar o edifício das Finanças (que ainda hoje se mantém) e a Biblioteca Municipal.
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Beja dentro de muralhas - 1944 - Cadeia Filipina na Praça da República





Prisão denominada 'Cadeia Filipina', em plena Praça da República, pouco tempo antes da sua demolição no ano de 1944, para dar lugar ao edifício das Finanças (que ainda se mantém nos dias de hoje).
"... o modelar edifício da nova cadeia comarcã, recentemente inaugurado, tornou desnecessárias as infectas masmorras da prisão seiscentista com que as providências de Filipe III dotaram a cidade de Beja...." (Arquivo de Beja, vol.I, fasc. IV, Out.-Dez. 1944, p.400)
«Premeiramente se sobe para sima a salla principal da dita Cadea que é situada na praça desta cidade, por hu Balcão com sua escada que tem vinte e hu degraus de pedra findos os quaes, está um patamar com porta para a dita primeira salla... Entrando se na dita primeira salla que serve de passagem e serventia, nella á mão esquerda, está a porta per honde se entra para a cadea das mulheres, e á mão direita a porta por honde se entra para a cadea da salla fechada dos homens...
Nesta primeira salla fronteira della fica a porta por onde se entra para a segunda salla de assistencia do carcereiro a qual tem o seu armario que serve para guardar os livros da dita Cadeia, o qual fica á mão esquerda da entrada, e á mão direita o Alçapão por onde se desce por escada de madeira para a Enxovia...
A Cadeia da Salla fexada dos homens tem uma janela para a praça de grades de ferro e outra do mesmo para a primeira sala da entrada...
A Cadea das mulheres tem sua janela de pedraria com grades de ferro para a praça, e outra janella pequena com grades de ferro que diz para o Balcão da escada...Nos baixos de todas estas referidas casas fica a cadea da Enxovia, á qual se desce pelo alçapão que fica na segunda salla da dita cadea, a qual enxovia he uma salla grande de abobeda e tem duas janellas de grades de ferro rasteiras com a praça...»(Invent. do anno de 1745. Archivo da Camara de Beja... idem, p. 416)
Nesta primeira salla fronteira della fica a porta por onde se entra para a segunda salla de assistencia do carcereiro a qual tem o seu armario que serve para guardar os livros da dita Cadeia, o qual fica á mão esquerda da entrada, e á mão direita o Alçapão por onde se desce por escada de madeira para a Enxovia...
A Cadeia da Salla fexada dos homens tem uma janela para a praça de grades de ferro e outra do mesmo para a primeira sala da entrada...
A Cadea das mulheres tem sua janela de pedraria com grades de ferro para a praça, e outra janella pequena com grades de ferro que diz para o Balcão da escada...Nos baixos de todas estas referidas casas fica a cadea da Enxovia, á qual se desce pelo alçapão que fica na segunda salla da dita cadea, a qual enxovia he uma salla grande de abobeda e tem duas janellas de grades de ferro rasteiras com a praça...»(Invent. do anno de 1745. Archivo da Camara de Beja... idem, p. 416)
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Praça da República - 1920 (II)
Praça D. Manuel I, actual Praça da República, vista Sudeste.
Ao fundo a torre do Convento de N. Sra. da Conceição, actual Museu Municipal de Beja.
Praça D. Manuel I, actual Praça da República, vista Noroeste.
Ao fundo a Igreja da Misericórdia ainda com as suas arcadas fechadas.
«Situada em plena zona histórica, a Praça da República corresponde ao centro político e administrativo (e, até há bem poucos anos, comercial) da cidade de Beja ... a Praça continua a ser para os bejenses, o coração da sua cidade.
Esta característica de 'lugar central' é lhe conferida por D. Manuel I, que promove o seu reordenamento e a dota de edifícios e equipamentos públicos, recebendo, então o nome de Praça Nova (substituída, posteriormente, pelo de Praça D. Manuel I e, já no século XX, pela designação actual).
A iconografia antiga permite-nos fazer uma ideia do seu aspecto original: um amplo terreiro rodeado por edifícios, no qual se realizavam as grandes festas da cidade (corridas de touros, cavalhadas, representações teatrais, etc.). Esse aspecto foi, porém, conhecendo sucessivas modificações, quer a nível dos edifícios, quer no que respeita à estrutura urbana da praça, que se revestiram de particular impacto desde finais do século XIX até à primeira metade do século XX.» (Susana Correia, Beja. Caminhos de Futuro, Beja Polis, Beja, 2005, p.35)
sábado, 17 de agosto de 2013
Praça da República - 1920 (I)
Praça da República em Beja, 1920.
«A primitiva praça de Beja, que tomava o nome de "Praça do Peixe", situava-se no terreiro [da igreja] de Santa Maria. Foi aí que, por ordem d'el-rei D. Afonso III, que em 1254 outorgou o primeiro foral à cidade, se ergueram os originais Paços do Concelho e se instituiu a primeira feira de Beja. Já no século XVI, D. Manuel, compreendendo que a exiguidade do espaço não era compatível com o crescente movimento comercial da cidade, mandou rasgar o actual espaço, a que, nesse tempo se deu o nome de Praça Nova.
Espaço privilegiado de encontro e principal centro comercial da cidade, a praça que mais tarde viria a receber o nome do rei venturoso foi desde então epicentro de uma generosa parte dos grandes acontecimentos que povoam a memória histórica da capital do Baixo Alentejo. Ali se realizavam as grandes festas da cidade, entre cavalhadas e corridas de touros, alcanzias e tavolados. E assim se foi mantendo a tradição até ao século XIX ...» (João Pedro Oliveira, Portugal. Memória das Cidades, Diário de Notícias, s.l., 2001, p.15)
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
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